quinta-feira, 9 de agosto de 2012

AMOR JOVEM


Paola Leiria Duarte



Em uma pequena cidade do Rio Grande do Sul, morava Roberta e Pablo, eles eram dois adolescentes. Roberta tinha 15 anos, tinha longos cabelos castanhos e olhos castanhos escuros. Pablo tinha 16 anos, cabelos castanhos e olhos castanhos esverdeados.



 Eles eram muito amigos, mas depois de um tempo a amizade virou amor e eles estavam começando a se apaixonar de verdade. Eles ficavam todas as tardes juntos, pois ele ia todos os dia na casa dela, não importava o que acontecesse, ele ia até a casa dela.



Um dia, sem mais nem menos, Pablo foi muito grosso e levantou a voz com Roberta. Ela levou um susto muito grande, pois ele nunca havia falado com ela daquele jeito, mas ela e sua mãe  decidiram fazer ele levar as coisas dele embora e Roberta por mais mal que ficasse, pediu para que ele não voltasse mais. Roberta ficou triste e por estar magoada não voltou atrás.



Depois de praticamente uma semana, os dois se encontraram novamente e Pablo pediu desculpa para Roberta dizendo que nunca mais faria aquilo de novo e Roberta o perdoou.



Pablo levou um tempo, mas conseguiu reconquistar Roberta, eles começaram a se encontrar menos, pois os dois tinham várias atividades para fazer, com isso eles se encontravam uma duas vezes por dia no máximo. Os dois estavam se acertando e estavam muito bem, mas com o tempo, Pablo começou a ficar estranho e a gritar mais com Roberta e então ela decidiu acabar com ele e mandou ele embora e  desta vez  foi definitivo.



Pablo foi embora e Roberta ficou na cidade. Três anos depois, Pablo voltou para a cidade e ele e Roberta se encontraram, ele contou a ela que estava casado e tinha dois filhos. Roberta ficou pensativa e quando Pablo perguntou o que ela fazia, ela respondeu que ainda estava estudando e que ajudava sua mãe a cuidar da família. Depois de muito conversarem eles se despediram e Roberta ficou pensando como ele havia mudado, mas que agora também já era tarde demais, ele era casado, mas ela nunca ia esquecer o quanto gostava dele.

O MISTÉRIO DO SOBRADO


                                                                                                     Angelo Gomes

Rodrigo Righi Santiago

       

            Tudo começou quando um casal de turistas se perdeu do seu caminho e acabaram chegando a uma cidade, no interior, com aproximadamente cinco mil habitantes.

            Quando perceberam estar chegando perto da cidade, por volta das dez horas da noite, o carro começou a dar problema e decidiram parar na estrada. O marido desceu do carro para buscar ajuda e avistou um sobrado, cujas paredes estavam muito sujas e davam a impressão de ser muito velhas. Nesse momento, começou a chuviscar e para resolver logo o problema bateu na porta. Após esperar um tempo, ninguém atendeu e ele resolveu voltar para o carro.

            Quando o marido entrou no carro, viu uma luz atrás da casa e tentou empurrar o carro, já que era uma descida. Uma mulher que passava de moto para a cidade viu o casal dentro do carro tentando entrar no sobrado.

            No outro dia, não se teve mais notícias do casal e a mulher que tinha visto eles se preocupou, pois naquele sobrado morava um homem, cujo nome ninguém sabia, que botava medo na cidade. Ela chegou a pensar em uma ilusão dela, pois com a chuva, passou muito rápido e não tinha certeza do que realmente viu.

            Logo depois dessa incerteza, ela sai de casa para esquecer todo o acontecido. Quando andou duas quadras, escutou duas senhoras de idade conversando sobre um carro que foi achado queimado perto da cidade.

            Com isso não restou mais dúvidas e logo foi avisar seu marido do que ela tinha presenciado na noite passada. O marido achou estranho, mas como confiava na mulher, aceitou ir à próxima noite até o sobrado e tentar descobrir o que aconteceu com o outro casal.

            Quando se aproximava a noite, eles decidiram ir até o sobrado. A mulher avisou a sua mãe que não voltaria tão cedo para casa com o marido. A mãe sem saber de nada, disse estar tudo bem e então o casal seguiu para o seu destino. Aconteceu o mesmo com eles.

            No outro dia cedo, sem notícias da filha e o marido dela, a mãe se preocupou e avisou a polícia. Foi aberta uma investigação, mas nunca foi concluído nada e a filha nunca mais apareceu.

            Depois do acontecido, vários outros desaparecimentos aconteceram na cidade, mas nunca ninguém suspeitou do homem do sobrado.

O TRAFICANTE


Luís Marcondes Carvalho Martins



João, 15 anos, era muito pobre. Ele não tinha pai e morava em São Paulo com sua mãe Isadora e mais dois irmãos, o Pedro e o Juca. A sua mãe trabalhava em um salão de beleza, mas ela não ganhava muito dinheiro, por isso João, que era o irmão mais velho, tinha que ajudar a mãe, por isso ele sai vender os pastéis que sua avó Matilde fazia. Ele vendia no sinal e tirava um dinheirinho para ajudar a sua mãe, mas mesmo assim não era suficiente, tinha dias que eles não tinham nada para comer.

            Por isso, João meio frustrado, começou a roubar e vender as suas mercadorias para conseguir comprar comida para colocar na mesa. Ele tinha praticado vários roubos em casas e mercados, até que um certo dia ele foi pego pela polícia. Como ele era de menor, a sua mãe foi chamada para a delegacia para que ele fosse liberado. A sua mãe ficou muito brava com ele e disse que não queria que aquilo se repetisse. Mas, mesmo assim, ele continuou roubando, até mesmo quando atingiu a maior idade. Parecia que ele ficava cada vez pior e começou a praticar assaltos à mão armada e quando completou 19 anos, foi pego pela polícia novamente e condenado à sete anos de prisão. Durante esse tempo que ele passou lá, a sua mãe se casou com um homem muito e rico, que deu uma boa vida a ela e para seus irmãos.

Quando saiu da prisão, foi logo procurar a sua mãe, que o expulsou de sua casa. Ele, muito bravo com isso, foi logo procurar seus amigos para praticar roubos e assaltos. Ele, vendo que aquilo não ia dar muito lucro, começou a vender drogas e comprou casa e carro. Como aquilo dava muito lucro, começou a investir mais e acabou se tornando um dos maiores traficantes de drogas de São Paulo, até que um  certo dia foi pego novamente pela polícia. Ele passou um ano na cadeia e conseguiu fugir e foi procurar a sua mãe. Chegando lá, disse várias coisas para sua mãe, inclusive que ela era culpada por ele ser preso e enfurecido sacou uma arma e matou a sua mãe e o esposo dela. Com medo de ser preso, se escondeu na casa de seu irmão Pedro, passou dois dias lá, até ser pego pela polícia e acusado por assassinato. Ele voltou para o presídio, onde foi morto a tiros por guardas.

Os seus irmãos ficaram com toda a herança do esposo de sua mãe Isadora e ficaram muito ricos e se casaram e tiveram vários filhos.


AMOR DE PRIMAVERA

 
Lucas Dutra Do Amaral De
Menezes
                                                                                                                       


Numa tarde de domingo, para ser mais preciso, dia 23 de Setembro, o início da primavera. O céu estava parcialmente nublado, mas mesmo assim não fazia com que Jhony B. tirasse os seus olhos de sua nova vizinha que tinha cabelos pretos e compridos, com olhos esverdeados e pele branca que parecia a mais fina neve do inverno que acabará há algumas horas atrás.

Entrou em sua casa e foi para o seu quarto. Ligou o computador e colocou Dust In The Wind do Kansas para tocar, naquele momento ele se viu pensando novamente em sua linda vizinha, ele tirou seus tênis e se deitou lentamente sobre a cama relaxando seu corpo. Neste mesmo momento toca a campainha, Jhony B., enfurecido, se levanta, vai atender a porta. Quando ele abre é sua nova vizinha perguntando se ele poderia mostrar o bairro para ela. O nome de sua vizinha é Susie.

Ele mal podia acreditar que estava caminhando com ela, que parou de olhar para onde estava indo, pois estava encantado com o brilho de seus olhos e se chocou com uma placa de "PARE". Ela riu e deu um beijo na testa de Jhony B. Jhony e Susie caminharam por algumas horas. Retornando para suas casas, eles olharam para o céu e avistaram a linda lua levemente tapada por uma nuvem. Susie segura a mão Jhony B. E o beija, neste momento como um ato Divino, começa a chover levemente e um rádio na sacada de um sobrado tocava Who'LL Stop The Rain do Creedence Clearwater Revival.

O "caso" dos dois jovens se tornou algo sólido, um verdadeiro “Amor de Primavera”, mas para seu azar ela era dois anos mais velha e se formaria daqui mais alguns dias e talvez ele nunca mais veria sua amada novamente. Os últimos dias de Primavera foram os melhores de sua vida, pois Jhony B. e Susie ficavam juntos, o máximo do tempo juntos.

"Mas tudo o que é bom dura pouco". No dia 21 de Dezembro,  início do verão e a formatura de Susie, Jhony B. estava com febre de 40ºC e não poderia ir a formatura de Susie. Mas por volta de 01:30 AM, Jhony B. coloca seu terno e sai rapidamente de casa, apanhou umas flores e foi à formatura. Ainda estava febril, mas isso não o impediu de ver sua amada mais uma vez. Chegando lá, entrega as flores a Susie, suavemente beija os lábios dela e os dois dançaram até às 07:30  AM.

Os meses se passaram rapidamente. Susie saiu da cidade para fazer sua faculdade. Jhony B. e Susie terminaram o namoro. Mas Jhony B. nunca esqueceu o brilho dos olhos de Susie, toda vez que estavam juntos e Susie nunca se esqueceu dos beijos e abraços de Jhony B.
              

A VINGANÇA


Liliane Luz Cortes

Era final de tarde em uma cidade do interior de Minas Gerais, quando Guilherme entra em um mercado. Como já era final de expediente, só estava o gerente. Logo que ele entra no mercado é assaltado e o gerente é morto com três tiros.

Guilherme vai socorrer o gerente, e fica todo sujo de sangue, logo chega a polícia. Quando os policiais veem Guilherme sujo de sangue e o gerente caído no chão, logo o prendem.

Algum tempo depois ele foi julgado e condenado a trinta anos de prisão. Durante o tempo que esteve preso ele só recebia visitas de seu advogado, que fazia investigações sobre os assaltantes que haviam roubado o mercado.

Ele só pensava em se vingar de quem tinha colocado ele na cadeia. Depois de anos investigando, ele descobriu quem eram os assassinos que tinham o colocado na cadeia.

Algum tempo depois, ele sai da cadeia e vai atrás de seus inimigos. Descobre que era o chefe de uma quadrilha que traficava drogas no interior do país. Se juntou a quadrilha, mas sempre informava a polícia sobre todos os passos da quadrilha. Não demorou muito para a polícia prender todos.

Mas Guilherme não foi preso, fugiu do Brasil alguns dias antes, mas voltou depois para ver seus inimigos presos e também pagando pelo assassinato do gerente. Guilherme se sentiu melhor depois que tudo acabou.

A RECOMPENSA


Jonison Garcia



            Um fazendeiro, muito simples e humilde, que se chamava Antonio da Silva, morava em uma pequena fazenda no interior de Mato Grosso do Sul.

            Certa vez, em um dia chuvoso, um homem muito rico que se chamava Marcio Cesar Rodrigues, passava por uma estrada de chão batido na qual Antonio morava, mas o carro dele estragou e como estava chovendo muito forte ele não tinha como voltar para casa ou mesmo ligar para um mecânico. Antonio ofereceu abrigo para Marcio, deu-lhe comida e roupas secas, e pediu para que sua esposa arrumasse uma cama para que Marcio pudesse descansar.

            No dia seguinte, a chuva já havia parado, Marcio ligou para o mecânico, que consertou o carro. Marcio agradeceu muito a Antonio por ter o acolhido e disse que um dia ele seria muito bem recompensado, por aquele ato tão bonito que ele havia feito.

            Anos se passaram,  até que um dia Antonio ficou sabendo que Marcio havia morrido por uma doença no coração. E teve uma admirável surpresa, Márcio havia deixado toda a sua fortuna, estimada em dez milhões de reais para Antonio.

            Antonio ficou muito feliz, pois aquele homem que ele ajudou, dera-lhe uma ótima recompensa.

A RECOMPENSA


Jonison Garcia



            Um fazendeiro, muito simples e humilde, que se chamava Antonio da Silva, morava em uma pequena fazenda no interior de Mato Grosso do Sul.

            Certa vez, em um dia chuvoso, um homem muito rico que se chamava Marcio Cesar Rodrigues, passava por uma estrada de chão batido na qual Antonio morava, mas o carro dele estragou e como estava chovendo muito forte ele não tinha como voltar para casa ou mesmo ligar para um mecânico. Antonio ofereceu abrigo para Marcio, deu-lhe comida e roupas secas, e pediu para que sua esposa arrumasse uma cama para que Marcio pudesse descansar.

            No dia seguinte, a chuva já havia parado, Marcio ligou para o mecânico, que consertou o carro. Marcio agradeceu muito a Antonio por ter o acolhido e disse que um dia ele seria muito bem recompensado, por aquele ato tão bonito que ele havia feito.

            Anos se passaram,  até que um dia Antonio ficou sabendo que Marcio havia morrido por uma doença no coração. E teve uma admirável surpresa, Márcio havia deixado toda a sua fortuna, estimada em dez milhões de reais para Antonio.

            Antonio ficou muito feliz, pois aquele homem que ele ajudou, dera-lhe uma ótima recompensa.